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Equipe do Projeto FIP Paisagens rurais discute Comunicação e Salvaguardas

As equipes do Programa de Investimento Florestal (FIP) estiveram reunidas em duas oficinas de trabalho nesta semana. Uma foi sobre Comunicação e outra sobre, Políticas de Salvaguardas do Banco Mundial, agência implementadora do programa, voltadas para o projeto FIP Paisagens Rurais.

A meta do projeto é implantar técnicas de recuperação de pastagens degradadas e recomposição de ativos ambientais no bioma Cerrado, associadas ao aumento da renda de 4 mil proprietários rurais em 10 bacias hidrográficas definidas como “unidades de paisagem”.

Participaram das oficinas representantes do Banco Mundial, Agência de Cooperação Alemã (GIZ), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e Fundação Pró-Natureza (Funatura) – agentes gestores e executores do Programa.

A primeira oficina, conduzida pela GIZ, teve como objetivo formular estratégias para um Plano de Comunicação do projeto FIP Paisagens Rurais. Os participantes foram convidados a identificar os objetivos, os públicos, a mensagem-chave e os canais de comunicação. Ao final do dia, após dinâmicas de grupo e uso de metodologia específica, surgiram respostas que serão o insumo para o Plano de Comunicação. O documento conterá estratégias para potencializar o entendimento, o alcance e a efetividade do FIP Paisagens Rurais.

Já a Oficina sobre Salvaguardas, guiada pelo Banco Mundial, abordou as políticas ambientais, sociais e legais relativas ao mesmo projeto. Salvaguardas são princípios, requerimentos e diretrizes que asseguram a sustentabilidade dos investimentos do Banco Mundial em todo o mundo. Assuntos como avaliação ambiental, habitats naturais, florestas, controle de pragas, entre outros, foram temas de discussão e alinhamento conceitual e de ações.

O que é o FIP

O Programa de Investimento Florestal (FIP) está ligado ao Fundo Estratégico do Clima (SCF) e tem a finalidade de catalisar políticas e medidas para facilitar a redução do desmatamento e da degradação florestal, promovendo uma gestão mais sustentável das florestas, e consequentemente, a redução das emissões e a manutenção dos estoques de carbono.